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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006

Passam o tempo a clamar justiça e depois...

O ultimo artigo publicado pelo Carlos Ferreira toca um ponto sensível e coloca a descoberto uma situação concreta que se passou no Concelho, capturada pela objectiva de uma câmara fotográfica. E ao que assistimos? A comentários elogiando a coragem de denunciar com provas uma situação grave de desrespeito pelo meio ambiente? Não. O que assistimos é a comentários alertando para o perigo de «acusações precipitadas», pois não sabemos se tal situação foi provocada a mando da empresa ou a titulo pessoal abusando de uma viatura da empresa. Meus amigos, nunca aqui falei da minha vida profissional, mas vou abrir uma excepção: Tudo o que fizer a titulo pessoal usando a «marca» da instituição para a qual trabalho estarei a fazê-lo, quer queira quer não, expondo a instituição a eventuais juizos de valor, e por todos os actos que faça terei que ser responsabilizado. Para o bem e para o mal. Comentários destes denotam o «medo» e escondem o verdadeiro problema. Se a empresa visada não «mandou» o funcionário, este terá que ser responsabilizado, mas independentemente de «processos de averiguações» ao estilo dos nossos melhores políticos (ou politiqueiros, como queiram), já existe um lesado e um infractor. O lesado é o meio ambiente e por inerência todos nós, o infractor é ver a foto. Nota: Este comentário é susceptível de opiniões divergentes, mas, como sempre, tem um nome. Está já aqui a seguir.
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Publicado por Francisco Martins às 00:30
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2 comentários:
De Anónimo a 16 de Fevereiro de 2006 às 12:09
A fotografia em causa apenas relata uma situação que não é nova, nem foi a primeira vez que esta situação aconteceu. De salientar que estamos a falar de um terreno proximo das instalações da referida empresa e que a situação aconteceu ao fim do dia .carlos Ferreira
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(mailto:carlos.jose.ferreira@sapo.pt)
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2006 às 20:17
Meu caro, é claro que a empresa ficará inevitavelmente associada à imagem de infractora. O nome da mesma é muito mais evidente na foto do que a cara do funcionário e mesmo que assim não fosse, certamente que a marca é muito mais conhecida do que o dito funcionário para as pessoas que vêem a foto. Mas também não deixa de ser verdade que não sabemos se a empresa ordenou a descarga. Assim, é correcto pedir explicações à empresa, ouvir a sua versão e aguardar as consequências, mas talvez não seja tão correcto afirmar “Uma prestigiada empresa do nosso concelho considerar que esta é a melhor forma de destruir os seus residuos”, porque não sabemos se é o caso. A não ser, claro, que o Sr. Carlos Ferreira saiba que é esse o caso.
Para que conste, acho completamente estúpida a atitude de despejo de lixo ao ar livre.
discorrente
</a>
(mailto:disco@sapo.pt)

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