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Sexta-feira, 8 de Julho de 2005

Nestes tristes dias

Nestes tristes dias em que nos vêm à memória os ataques de 11 de Setembro em Nova Iorque, de 13 de Outubro em Bali, de 11 de Março em Madrid, entre tantos outros, a primeira e quase natural reacção leva-nos a pensar que algo ainda mais grave estará para suceder e que teremos que tomar medidas drásticas para o evitar. Depois ligamos as Televisões e vemos imagens, como as de hoje em Londres, com autocarros destruídos, gente ensanguentada e faces de desespero, pânico e terror e acima de tudo muita dor e a nossa raiva aumenta ainda mais. Finalmente vemos imagens e noticias do reforço, temporário certamente, de medidas de segurança, que apenas demonstram incapacidade perante tão vil ameaça.

Depois de alguma reflexão, surgem as dúvidas do que fazer, como fazer e quando fazer. Soluções milagrosas não existem. Retaliações não servem porque apenas aumentará o ódio entre diferentes civilizações. Operações planeadas com o objectivo de capturar cabecilhas de organizações terroristas dificilmente terão sucesso. O que fazer penso eu?

Bom, à falta de "remédios" para acabar com o mal, tome-se uma "receita" para atenuar os sintomas.

Recordo-me de uma viagem que fiz de automóvel pela Europa. Destino Cabo Norte, Noruega. Saí de Portugal, passei por Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Finlândia e finalmente Noruega. DEZ países e nem um agente de autoridade me identificou. E estava fora da União Europeia. Voltei pelo mesmo caminho e a situação repetiu-se - Vim da Noruega, que não pertence à União Europeia, e cheguei a Portugal. O Passaporte que levava comigo nunca se abriu. Proeza? Não. Tudo isto é normal. O mesmo percurso poderia um qualquer fanático, com intenção de espalhar o terror, fazer - Circular por toda a Europa sem sequer ser notado. Ao saber estas coisas, julgo que, infelizmente, o pior ainda estará para vir, se assim continuarmos.

E que tal repôr as nossas fronteiras? Não é nenhuma cura, apenas uma pequena medida. Mas muitas «pequenas medidas» já fazem diferença. E, acima de tudo, temos que começar por qualquer lado.
Publicado por Francisco Martins às 00:18
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1 comentário:
De Anónimo a 8 de Julho de 2005 às 12:31
Bom fim-de-semana.Ofeliazinha
(http://www.ofeliazinha.weblog.com.pt)
(mailto:ofeliazinha@sapo.pt)

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