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Quarta-feira, 27 de Abril de 2005

Congresso do CDS

O Congresso do CDS que decorreu no passado fim de semana teve um desfecho que inicialmente não seria previsível: Telmo Correia, que entrou confiante, saíu com um sentimento de traição.
Igual tratamento teve Matos Chaves que afirmou no inicio do Congresso que tinha garantidos 800 votos, logo a sua eleição, a não ser que lhe tivessem mentido. Mentirosos pensará agora.

Mas voltando ao nosso amigo Telmo Correia, recordo-me do Inverno de 1998, a seguir às autárquicas de Dezembro de 1997, já depois de Manuel Monteiro ter apresentado a sua demissão da Presidência do PP, em que, na Sala Europa de um conhecido hotel Lisboeta, se reuniram os Presidentes das Concelhias do PP do Distrito de Lisboa. A presidir estava o então Presidente da Distrital, Jorge Ferreira, que viria a apresentar a sua demissão pelos menos bons resultados obtidos nas referidas eleições no Distrito de Lisboa.

Finda a reunião, as pessoas foram aos poucos saíndo, até que por fim restaram quatro pessoas: Pedro Castelo de Torres Vedras, Nuno Correia da Silva ex-candidato à CM Alenquer, eu representando Alenquer e o nosso querido Telmo Correia como Presidente da Concelhia de Lisboa. Na altura, ainda que discretamente, Telmo Correia era considerado próximo de Manuel Monteiro e por iniciativa do Pedro Castelo foi-lhe colocada a possibilidade de avançar com uma candidatura à presidência do Partido, a que airosamente respondeu que a sua candidatura não teria viabilidade por inúmeros factores que resumidamente enunciou. A conversa era amena, calma e deveras informal perante uma conversa a quatro. Por volta das 2 da manhã abandonamos a sala e já na rua troquei umas breves palavras com Nuno Correia da Silva. Disse-me então que «o Telmo vai-se passar para junto do Portas». Ingenuamente achei aquela frase exagerada. Depois foi o que se viu: O Monteirista virou Portista, virou oportunista e virou lacaio.

Agora provou o pão que amassou....

Ao Ribeiro e Castro democráticas saudações e votos de felicidades que, em abono da verdade, bem precisa.
Publicado por Francisco Martins às 00:33
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